06/11/2013

Porto Madero em Buenos Aires-Argentina



Buenos Aires não estava nos nossos planos porque já visitamos várias  vezes, mas a Lan Chile alterou o dia da nossa conexão São Paulo-Ushuaia e ficamos um dia por conta da cia aérea. Não programamos nada especial e começamos o dia passeando em Porto Madero e almoçando no nosso restaurante preferido  Puerto Cristal, que recomendo para quem estiver pela cidade com a dica de escolher o Menu Completo,  onde você escolhe entre as opções : entrada,  Prato Principal e Sobremesa, com um preço fixo e incluindo uma taça de champagne. Todas as vezes que estamos em Buenos Aires não deixamos de ir neste Restaurante que tem uma vista espetacular da varanda envidraçada para o Porto e uma comida deliciosa com preço justo.







 


Porto Madero é hoje um dos bairros mais caros e modernos de  Buenos Aires, centro financeiro e gastronômico que foi revitalizado por ser uma área muito degradada. Ruas e avenidas foram abertas recebendo nome de mulheres influentes latino-americanas, parques, monumentos e toda uma infra estrutura urbana nova . Grandes edifícios e modernos ainda estão em construção e alguns com projetos de arquitetos de renome internacional como Santiago Calatrava, Norman Foster, Phillipe Starck entre outros. A Ponte de La Mujer é um dos símbolos do Porto Madero, de Santiago Calatrava e foi inspirada no movimento de um casal dançando tango. A Fragata Presidente Sarmiento foi o primeiro navio  da Argentina e hoje é um museu ancorado em Porto Madero. 







No calçadão ficam muitos restaurantes como o brasileiro Cabana Las Lilas, do mesmo dono do Rubayat em São Paulo e especialidades como carne, peixes e frutos do mar para todos os gostos. Para quem vai de excursão os guias indicam o Restaurante Siga La vaca, mas sinceramente meu conselho é que você fuja da Vaca porque já experimentamos na primeira vez que visitamos Buenos Aires e não gostamos nem um pouco. E para quem gosta de jogos o Cassino também fica em Porto Madero, e como são proibidos por lei de operarem em Buenos Aires, os argentinos arrumaram um jeitinho de driblar e ele funciona em um barco ancorado no porto fora da legislação da cidade.








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